A Endocanabinologia Veterinária passou a contar com um caminho oficial de certificação profissional no Brasil. O Conselho Federal de Medicina Veterinária habilitou a Associação Medicinal de Endocanabinologia Veterinária, a AMEC-VET, a conceder o título de especialista na área.
A medida foi formalizada pela Resolução CFMV nº 1.705, de 2 de julho de 2026. Ela não cria uma nova autorização para prescrever Cannabis, mas permite que médicos-veterinários comprovem oficialmente sua formação e trajetória em Endocanabinologia Veterinária. (CFMV)
Em resumo
- A AMEC-VET foi habilitada pelo CFMV a conceder o título de especialista em Endocanabinologia Veterinária.
- O profissional precisará comprovar formação ou experiência e ser aprovado em uma avaliação.
- O título não será obrigatório para a prescrição de produtos à base de Cannabis.
- A certificação terá validade de cinco anos.
- Datas, valores, programa da prova e critérios documentais ainda deverão aparecer no edital oficial.
- Pela regra do CFMV, o edital deve ser publicado com pelo menos seis meses de antecedência da prova.
O que mudou com o reconhecimento da Endocanabinologia Veterinária?
A principal mudança é a criação de uma rota formal para certificar médicos-veterinários que atuam com o sistema endocanabinoide e suas aplicações clínicas.
Antes da Resolução nº 1.705/2026, não havia uma entidade habilitada pelo CFMV para conceder um título específico nessa área. Agora, caberá à AMEC-VET organizar o processo seletivo, avaliar os candidatos, conceder os certificados e informar ao Conselho Federal quais profissionais foram aprovados.
A habilitação foi aprovada durante a 407ª Sessão Plenária Ordinária do CFMV, realizada em 18 de junho de 2026. Segundo o Conselho, a medida busca criar critérios técnicos nacionais, estimular a formação continuada e oferecer mais transparência à sociedade. (CFMV)
A AMEC-VET deverá seguir a Resolução CFMV nº 1.572/2023, que regulamenta a concessão de títulos de especialista em Medicina Veterinária e Zootecnia.
Essa norma estabelece, entre outros pontos:
- quem pode participar da avaliação;
- quais formações podem ser aceitas;
- como devem funcionar as provas;
- quais informações precisam estar no edital;
- como deve ser formada a banca examinadora;
- como funcionará a renovação do título;
- quais situações podem causar suspensão ou cancelamento.
A habilitação da associação é concedida por prazo indeterminado. Mesmo assim, o CFMV pode verificar se os requisitos continuam sendo cumpridos. A entidade também poderá ser desabilitada se deixar de implementar o processo de concessão do título por três anos.
Por que o título de especialista é importante?
O título cria um padrão nacional para reconhecer profissionais que construíram conhecimento, experiência clínica e produção técnica em Endocanabinologia Veterinária.
Isso é diferente de simplesmente concluir um curso.
Uma pós-graduação, residência, especialização ou formação acadêmica representa uma etapa educacional. Já o título profissional concedido por uma entidade habilitada pelo CFMV depende do cumprimento de critérios e da aprovação em uma avaliação.
Na prática, o novo título pode:
- ajudar o tutor a identificar profissionais com formação comprovada;
- valorizar médicos-veterinários que estudam a área há anos;
- estimular registros mais completos de casos clínicos;
- fortalecer a produção científica veterinária;
- organizar critérios mínimos de avaliação;
- ampliar a discussão do sistema endocanabinoide nas universidades;
- incentivar práticas baseadas em evidências.
A certificação, porém, não deve ser tratada como garantia automática de resultado clínico. Um título representa formação e avaliação profissional, mas cada tratamento continua dependendo do diagnóstico, do histórico do animal, do produto utilizado e do acompanhamento ao longo do tempo.
O título será obrigatório para prescrever Cannabis na Medicina Veterinária?
Não. O título de especialista em Endocanabinologia Veterinária não é uma exigência para prescrever produtos à base de Cannabis.
A autorização para prescrição decorre das regras sanitárias da Anvisa e da habilitação profissional do médico-veterinário no Sistema CFMV/CRMVs. A norma sanitária permite que profissionais legalmente habilitados prescrevam, para uso exclusivamente veterinário, medicamentos e produtos de Cannabis regularizados para comercialização no Brasil.
A prescrição deve seguir as regras aplicáveis aos produtos controlados, incluindo o uso de receituário de controle especial com retenção na farmácia. (Serviços e Informações do Brasil)
| Tema | Título de especialista | Autorização para prescrever |
| Finalidade | Comprovar especialização e trajetória | Permitir a indicação e a prescrição de produtos regularizados |
| Base principal | Resoluções CFMV nº 1.705/2026 e nº 1.572/2023 | Portaria SVS/MS nº 344/1998 e atualizações da Anvisa |
| É obrigatório? | Não para exercer a Medicina Veterinária ou prescrever | É necessário estar legalmente habilitado no CFMV/CRMV |
| Como é obtido? | Comprovação documental e aprovação em avaliação | Registro profissional regular e cumprimento das regras sanitárias |
| Validade | Cinco anos, com necessidade de renovação | Depende da regularidade profissional e das normas vigentes |
Portanto, um médico-veterinário sem o novo título não se torna automaticamente impedido de atuar com produtos canabinoides. Da mesma forma, a Resolução nº 1.705 não deve ser interpretada como a norma que “liberou” a prescrição.
A possibilidade de prescrição já havia sido formalizada pela Anvisa em 2024, com a RDC nº 936. A norma passou a permitir a prescrição de medicamentos registrados, produtos de Cannabis com autorização sanitária e futuros produtos veterinários regularizados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. (Serviços e Informações do Brasil)
Para compreender esse cenário com mais detalhes, leia também o conteúdo da Kaya Mind sobre o acesso à Cannabis para veterinários no Brasil.
O que é Endocanabinologia Veterinária?
A Endocanabinologia Veterinária é a área dedicada ao estudo do sistema endocanabinoide nos animais, de suas alterações e das diferentes formas de modular seu funcionamento.
Esse sistema inclui:
- receptores, como CB1 e CB2;
- substâncias produzidas pelo próprio organismo, chamadas endocanabinoides;
- enzimas responsáveis pela produção e degradação dessas substâncias;
- outros receptores e moléculas que integram o chamado endocanabinoidoma.
O sistema endocanabinoide participa da regulação de diferentes processos do organismo, como resposta à dor, apetite, memória, atividade imunológica, inflamação e equilíbrio interno. Sua estrutura e distribuição podem variar entre as espécies, o que torna o conhecimento veterinário específico especialmente importante. (PMC)
A médica-veterinária Caroline Campagnone, diretora da AMEC-VET, resume essa diferença da seguinte forma:
“A Endocanabinologia Veterinária não pode ser resumida apenas à Cannabis Medicinal.”
A Cannabis é uma das ferramentas possíveis dentro desse campo, pois seus fitocanabinoides podem interagir direta ou indiretamente com diferentes partes do sistema endocanabinoide. Mas a especialidade pretende estudar o sistema como um todo, e não apenas um produto, uma molécula ou um tipo de prescrição.
Para entender melhor essa base biológica, veja o artigo da Kaya Mind sobre como funciona o sistema endocanabinoide em pets.
Quem poderá buscar o título de especialista?
O candidato deverá ser médico-veterinário inscrito no Sistema CFMV/CRMVs e estar em situação de regularidade ética e financeira.
Além disso, será necessário cumprir pelo menos uma das rotas de formação ou experiência previstas pela regulamentação e detalhadas no futuro edital.
A Resolução nº 1.572 apresenta os seguintes caminhos:
Residência em Medicina Veterinária
O profissional poderá apresentar certificado de conclusão de programa de residência reconhecido pelas autoridades educacionais competentes, desde que a formação seja aceita como relacionada à especialidade.
Especialização lato sensu
Também poderá ser aceito curso de especialização reconhecido pelo sistema educacional. Nesse caso, a norma exige comprovação complementar de treinamento prático com carga mínima de 360 horas na área de atuação.
Mestrado ou doutorado
O título de mestre ou doutor deverá ter sido concedido ou revalidado por instituição reconhecida. A regulamentação também prevê comprovação de treinamento prático de, no mínimo, 360 horas.
Pós-doutorado
Profissionais com pós-doutorado na área específica poderão se habilitar, desde que cumpram as condições acadêmicas e práticas previstas.
Livre-docência
A livre-docência na área específica também aparece entre os caminhos de formação aceitos pela norma geral do CFMV.
A análise de compatibilidade entre a formação apresentada e a Endocanabinologia Veterinária caberá à entidade habilitada. Por isso, ter um mestrado ou uma pós-graduação não garante, sozinho, a aceitação da inscrição.
Quem não possui pós-graduação poderá participar?
Sim. A Resolução nº 1.572 permite que profissionais sem os títulos acadêmicos listados participem da prova, desde que apresentem um memorial documentado que demonstre sua experiência na área.
Segundo informações divulgadas pela AMEC-VET, essa rota deverá exigir pelo menos cinco anos de experiência em Endocanabinologia Veterinária e o alcance de 150 pontos nos critérios definidos pela associação. Esses detalhes, porém, precisam ser confirmados no edital oficial. (Cannabis & Saúde)
O memorial poderá considerar atividades como:
- atendimento clínico;
- participação em congressos;
- apresentação de palestras;
- docência universitária;
- publicação de artigos e capítulos;
- produção científica;
- orientação de trabalhos;
- participação em grupos técnicos;
- consultoria ou assessoria relacionada à área;
- atuação em associações profissionais.
A certificação poderá, portanto, reconhecer uma trajetória construída ao longo do tempo, mesmo quando o profissional não seguiu uma única formação acadêmica.
Como deverá funcionar a prova de Endocanabinologia Veterinária?
A avaliação deverá ter, obrigatoriamente, uma prova teórica eliminatória, acompanhada de uma etapa teórico-prática ou prática.
A Resolução nº 1.572 permite que a parte teórica ou teórico-prática seja aplicada de forma presencial ou online. Caso exista uma prova realmente prática, ela deverá ser presencial.
As informações divulgadas até o momento pela AMEC-VET indicam um processo remoto dividido em duas etapas sequenciais e eliminatórias:
- Etapa teórica, com avaliação objetiva e análise de conhecimentos técnicos;
- Etapa oral, voltada ao raciocínio clínico, tomada de decisão, interpretação de evidências e aplicação prática do conhecimento.
A associação também informou que o candidato deverá atingir média igual ou superior a 7,0. Formato, pesos, quantidade de questões, duração e critérios de desempate ainda deverão ser confirmados no edital. (Cannabis & Saúde)
Pela regra geral do CFMV, o edital precisa informar:
- requisitos para inscrição;
- conteúdo programático;
- formato e peso das avaliações;
- nota mínima;
- critérios de cálculo da nota final;
- composição e qualificação da banca;
- forma de divulgação dos resultados;
- publicação do gabarito;
- prazo e procedimento para recursos;
- regras de renovação do título.
Outro detalhe importante é o prazo. O edital deve ser publicado no site e nas redes oficiais da entidade, além do Diário Oficial da União, com antecedência mínima de seis meses em relação à prova.
Isso significa que a data da primeira avaliação somente poderá ser confirmada depois da publicação oficial.
O que deverá ser documentado na trajetória profissional?
A análise da experiência dependerá de documentos capazes de demonstrar quando, onde e como cada atividade foi realizada.
Não basta informar que o profissional participou de um evento ou acompanhou pacientes. Será necessário apresentar provas compatíveis com os critérios do edital.
Entre os documentos que podem ser úteis estão:
- certificados com datas e carga horária;
- declarações de instituições ou clínicas;
- programas de cursos e congressos;
- comprovação de aulas e palestras;
- artigos publicados e respectivos identificadores;
- capítulos de livros;
- trabalhos apresentados em eventos;
- comprovantes de orientação;
- documentos de participação em comissões;
- registros de atividades de pesquisa;
- relatórios profissionais permitidos pelas regras éticas e de proteção de dados.
Casos clínicos podem ajudar a demonstrar experiência, mas devem preservar a identidade dos tutores e as informações sensíveis dos animais.
A médica-veterinária Mariana de Paula destaca a importância de conectar formação e atendimento:
“É na rotina clínica que o aprendizado realmente se consolida.”
Para o profissional interessado, o melhor caminho é começar desde já a organizar certificados, publicações e comprovantes em ordem cronológica. Essa preparação reduz o risco de perder pontos por falta de documentação.
Como serão evitados conflitos de interesse na avaliação?
A regulamentação determina regras específicas para a banca examinadora.
Os avaliadores devem ser especialistas. Nos primeiros cinco anos de habilitação, quando ainda não houver número suficiente de profissionais titulados, a banca poderá contar com pessoas de notório e comprovado saber ou especialistas estrangeiros.
Além disso, quem integrar a banca ficará impedido de coordenar, ministrar, participar ou se matricular em cursos voltados ao processo seletivo. Isso inclui cursos preparatórios e especializações lato sensu relacionadas à prova.
O impedimento começa com a divulgação da composição da banca e termina depois da conclusão das avaliações e da publicação dos resultados. A designação dos avaliadores deverá ocorrer, no mínimo, 90 dias antes da prova.
A AMEC-VET também promove atividades educacionais, encontros científicos e discussões de casos. Isso, por si só, não representa uma irregularidade. O ponto central será garantir separação clara entre as atividades educacionais e a banca responsável pelo processo seletivo.
A publicação dos nomes dos avaliadores, dos impedimentos e dos critérios de correção será importante para assegurar transparência.
O que ainda precisa ser esclarecido pela AMEC-VET?
A habilitação do CFMV autoriza a associação a conceder o título, mas diversos detalhes práticos ainda dependem do edital.
Entre os principais pontos que precisam de resposta estão:
- quando será publicada a primeira convocação;
- qual será a data da prova;
- quanto custará a inscrição;
- quais conteúdos serão cobrados;
- quais formações serão consideradas compatíveis;
- como serão distribuídos os 150 pontos da trajetória profissional;
- quais documentos comprovarão os cinco anos de experiência;
- como serão avaliadas atividades em clínica particular;
- como serão considerados trabalhos de consultoria;
- quem integrará a banca examinadora;
- como funcionará a prova oral;
- qual será o prazo para recursos;
- quais serão as regras para revalidação após cinco anos.
Até a publicação do edital, informações sobre pontuação, formato e datas devem ser tratadas como preliminares.
O que muda para tutores de cães, gatos e outros animais?
Para os tutores, o título poderá funcionar como mais um sinal de qualificação profissional.
Isso não significa que apenas especialistas poderão atender animais em tratamento com canabinoides. Também não significa que o profissional titulado necessariamente será a melhor opção para todos os casos.
Na escolha do médico-veterinário, vale observar:
- registro ativo no CRMV;
- experiência com a espécie atendida;
- conhecimento sobre a condição clínica;
- domínio de farmacologia e interações medicamentosas;
- capacidade de explicar riscos e benefícios;
- uso de produtos regularizados;
- plano de acompanhamento;
- registro da evolução do paciente;
- disponibilidade para ajustar o tratamento quando necessário.
A Cannabis medicinal não deve ser administrada em animais sem avaliação profissional. Diferenças entre espécies, concentração dos produtos, presença de THC, peso, metabolismo e uso de outros medicamentos podem alterar a segurança do tratamento.
A Kaya Mind possui conteúdos complementares sobre as doenças animais que estão sendo estudadas no contexto da Cannabis, o uso de CBD em gatos e a história do primeiro animal tratado legalmente com Cannabis no Brasil.
O que o novo título representa para o mercado de Cannabis veterinária?
A certificação pode estimular um mercado mais organizado, com maior demanda por capacitação, pesquisa, protocolos clínicos, produtos adequados e acompanhamento profissional.
O Relatório Cannabis no Mercado Pet, da Kaya Mind, estimou que, em um cenário de regulamentação ampla e alta adesão, o segmento poderia alcançar até R$ 1,45 bilhão e beneficiar mais de 555 mil animais.
Esses números representam uma projeção de potencial, e não o tamanho atual do mercado. Ainda assim, mostram que a saúde animal pode se tornar uma frente relevante da indústria de canabinoides no Brasil. (Kaya Mind)
A criação de um título profissional também pode ampliar a qualidade dos dados disponíveis. Quanto mais os profissionais documentarem protocolos, doses, reações adversas e evolução clínica, maior será a base para estudos futuros.
Quais são os próximos passos?
O próximo passo será a publicação do edital da AMEC-VET.
O documento deverá apresentar as regras completas, respeitando a antecedência mínima de seis meses prevista pelo CFMV. Depois da avaliação, a associação será responsável por conceder os certificados e encaminhar a relação dos aprovados ao Conselho Federal para atualização cadastral.
O título terá validade de cinco anos. A renovação será feita pela própria entidade habilitada.
Caso o profissional não renove dentro do prazo:
- o título poderá ser suspenso por até 90 dias;
- se a situação não for regularizada, poderá ocorrer o cancelamento;
- a suspensão ou o cancelamento será informada ao CFMV.
O reconhecimento da Endocanabinologia Veterinária não muda, por si só, as regras de prescrição ou de acesso aos produtos. Seu principal efeito é criar uma certificação oficial para quem deseja comprovar conhecimento e trajetória em uma área ainda em consolidação.
Para médicos-veterinários, o momento é de organizar documentos, acompanhar o edital e aprofundar a formação científica. Para tutores, a novidade oferece mais uma referência na hora de buscar atendimento qualificado.
Perguntas frequentes sobre Endocanabinologia Veterinária
O que é o título de especialista em Endocanabinologia Veterinária?
É uma certificação profissional concedida pela AMEC-VET, entidade habilitada pelo CFMV. Para obtê-la, o médico-veterinário deverá cumprir os requisitos documentais e ser aprovado no processo de avaliação.
O título será obrigatório para prescrever Cannabis para animais?
Não. A prescrição pode ser realizada por médico-veterinário legalmente habilitado, desde que sejam respeitadas as normas sanitárias, o uso exclusivamente veterinário e as regras de receituário e controle.
Uma pós-graduação garante automaticamente o título?
Não. A formação poderá permitir que o profissional se inscreva, mas o título dependerá da análise documental e da aprovação na avaliação organizada pela AMEC-VET.
Quem tem experiência, mas não possui pós-graduação, poderá participar?
Sim. A norma do CFMV permite a apresentação de memorial documentado. A AMEC-VET deverá detalhar no edital o tempo mínimo de experiência, a pontuação e os documentos aceitos.
Quando será realizada a primeira prova?
A data ainda depende do edital. A Resolução nº 1.572 determina que a convocação seja publicada com pelo menos seis meses de antecedência.
Quanto tempo valerá o título?
O título terá validade de cinco anos e deverá ser renovado junto à AMEC-VET.
A Endocanabinologia Veterinária trata apenas de Cannabis?
Não. A área estuda o sistema endocanabinoide, suas alterações e diferentes formas de modulação. A Cannabis medicinal é uma das ferramentas terapêuticas que podem ser estudadas nesse campo.


