Como a cannabis ajudou Mike Tyson a sair da falência

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Lara Santos

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Depois de decretar falência em 2003, o ex-pugilista, Mike Tyson, criou uma empresa voltada para o mercado legal da cannabis que passou a faturar US$ 1 milhão por mês

Um dos maiores lutadores de boxe de todos os tempos, o Mike Tyson, é figura importante no mercado internacional da cannabis. A planta o ajudou a recuperar a sua fortuna, que foi perdida por conta de uma série de dívidas e processos, e hoje ele fala abertamente sobre o uso de maconha tanto dentro quanto fora dos ringues. Entenda como essa relação entre Mike Tyson e a cannabis aconteceu.

Durante 20 anos de carreira, Mike Tyson teve 50 vitórias em 56 lutas, o que o fez acumular US$ 400 milhões (hoje, o equivalente a R$ 2,25 bilhões). No entanto, em 2003, teve de decretar falência após diversos casos polêmicos que precisaram de envolvimento da justiça e, é claro, por conta de seus gastos luxuosos, como os US$ 400 mil em animais, dentre eles os famosos tigres siberianos. 

A relação entre Mike Tyson e a Cannabis

Em 2016, sua situação financeira começou a mudar quando criou a Tyson Holistic, uma empresa que vende diferentes cepas de cannabis e produtos à base da planta, situada na Califórnia, nos Estados Unidos, onde o uso adulto de maconha é permitido. Um ano depois, ele também inaugurou a Tyson Ranch ou “Rancho do Tyson”, uma subsidiária e principal marca da Tyson Holistic. 

A partir desses negócios, o ex-pugilista e hoje empresário vende, mensalmente, US$ 1 milhão em produtos relacionados à cannabis (segundo informações citadas em seu podcast “Hot Boxin”, em abril de 2020), sendo que ele e seu sócio fumam US$ 40 mil por mês da maconha que comercializam. O principal objetivo de Tyson, com a empresa, é jogar luz sobre os efeitos medicinais da planta, os quais o ajudaram tanto a combater seu vício em drogas como lidar com dores causadas pelo esporte de alto rendimento. Afinal, a sua relação com a cannabis vem de muito antes: ele já admitiu diversas vezes que entrou nos ringues e ganhou lutas após consumir maconha sem ser pego nos testes antidoping.

No Twitter, o atleta é sempre mencionado, seja por pessoas comuns ou por veículos oficiais de comunicação, em relação a assuntos como cannabis, esportes e finanças, justamente por sua história. Nos últimos seis meses, foram mais de 100 postagens marcando o pugilista, sendo que sete foram de veículos oficiais, como é o caso do Estadão e UOL Esportes, que somam mais de 13 milhões de pessoas impactadas. No relatório “Cannabis e Imprensa”, o primeiro lançado pela Kaya Mind, há mais detalhes sobre como Mike Tyson aparece no Twitter e na imprensa, tanto em relação à frequência quanto ao teor das notícias. 

A partir do exemplo de Mike Tyson, pode-se dizer que a regulamentação da cannabis pode, além de beneficiar questões sociais e de saúde pública, oferecer novas oportunidades profissionais e também de desenvolvimento econômico aos países, investidores, empresários e empreendedores. 

Para entender melhor como a cannabis pode ajudar atletas a se prevenirem e se recuperarem de lesões causadas pelo esforço físico e mental, acesse o relatório “Cannabis e Esportes”, lançado em dezembro de 2021.

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